28/01/2009

"Em briga de marido e mulher"...

..."ninguém mete a colher"???? Pra mim esse ditado tá errado! E pra você?

Às vezes é somente isso que a mulher espera, que alguém meta a colher, sabe?!
Eu fui durante longos anos agredida psicologicamente. Agredida e derrubada no chão invisível que só minha alma via. A "cara" da alma ia até o chão e via um pé tamanho 42 pisando em cima dela. Por longos anos. Essa agressão psicológica é muito difícil de ser detectada, e mesmo que as pessoas de fora vejam ou imaginem bem o que acontece entre aquele casal, é muito difícil se meter ali. No meu caso, algumas poucas pessoas podiam mais do que imaginar o que se passava comigo, e entre essas pessoas, estavam minha irmã mais velha e uma grande amiga de muito longa data. E elas, mesmo morando muito longe de mim, sempre me enviavam cartas tentando me mostrar que eu precisava me valorizar.
Mas elas não podiam fazer nada e nem eu, não naquele momento. A alma fica tão machucada, que é preciso realmente um tempo pra que ela possa se reeducar, se preparar, se fortalecer...

Acontece que um dia, somente uma única vez, a agressão virou física: um tapa e um empurrão que doeram muito menos do que as palavras proferidas: "vagabunda, vagabunda, vagabunda!"
Nesse dia quebrei a regra do silêncio e procurei a minha mãe. Ela não pode fazer nada, disse apenas: "Não é porque minha filha mora longe de mim que significa que eu não esteja de olho no que acontece com ela. E isso eu não posso permitir que se repita".
Tudo o que eu quis ouvir durante toda a minha vida, minha mãe disse num dia ao telefone.

Minha mãe nunca se meteu em nada! Ela tem essa política ainda de que é melhor ficar de fora dos problemas dos filhos, que a gente resolve as coisas sozinhos. Isso faz com que ela seja uma ótima sogra. Mas eu já senti falta dela e de sua proteção de mãe quando eu precisei.
Tenho medo de parecer injusta com a minha mãe e seus preceitos de vida, mas tem coisa que é melhor não se calar.
Parece que tudo acontece na frente das mães, já notou isso? Parece que elas veem tudo! É em frente delas que passa o marido traidor com uma "namorada" do lado enquanto a filha dela está em casa! É pra ela que corre toda a fofoca sobre o marido da outra filha... enfim...

Uma irmã minha viveu durante anos com um homem que ela acreditava ser perfeito, apesar de nunca tê-la tratado muito bem. Todos nós sabíamos que ele aprontava fora do casamento. Inclusive minha mãe. Minha irmã mais velha, que é desde pequena uma guerreira, pediu várias vezes pra gente falar. Mas todos com medo de magoar a minha irmã, se calaram.
Essa mudez só acabou no dia que minha irmã mais velha foi agredida com empurrões do cunhado, e ouviu os piores xingamentos desse, enquanto minha irmã traída recebia empurrões seguidos de "será que esse filho é mesmo meu?" isso tudo no meio da rua!

Só então minha irmã soube que todos nós sabíamos que ele aprontava fora de casa e a única coisa que ela falou entre lágrimas de decepção foi: "Porque vocês nunca me disseram nada? Porque não se meteram?"

Essa política da gente não se meter nas coisas que a gente acredita que não nos diz respeito, é muito ruim, e ao contrário do que pensamos, só prejudica quem está sofrendo vítima da situação.

Tá certo, é difícil meter a colher ali. Muitos pensam que a irmã, a prima, a amiga, vai continuar assim mesmo, que continuará com aquele pilantra que a espanca e a trai mesmo que a gente fale alguma coisa, mas e daí? Melhor perder a amiga por um tempo do que pra sempre, se algo pior acontecer.

Certa vez, já morando aqui, íamos meu marido e eu, falando meio alto na rua, de madrugada, saindo de uma discoteca. No meio da conversa, chegaram dois homens, isolaram cuidadosamente meu marido num canto e me perguntaram muito calmamente se estava tudo bem, se ele estava me incomodando. Fizeram isso assim, no meio da rua, sem mais nem menos.
Claro que estava tudo bem, era apenas uma discussão acalorada. Agradecemos (sim, meu marido agradeceu a interjeição de outros) os rapazes e seguimos, meu marido e eu já mais calmos pela rua. E nesse instante lembrei e mais importante, entendi, um outro episódio ocorrido conosco, numa outra noite, também de madrugada, saindo também de uma discoteca, quando dois rapazinhos de no máximo 17 anos, sairam de um bar xingando outros rapazes estangeiros (detalhe, os dois rapazinhos eram russos!). Meu marido nesse mesmo instante se dirigiu a eles falando que aquilo não era gentil da parte deles, e algo mais que não entendi no meu alemão ruim. No fim, perguntei porque ele havia feito aquilo, se aquilo não era da sua conta, que podia ser perigoso, que os rapazes poderiam estar armados (aqui, nota-se um certo trauma por ser brasileira). E meu marido respondei que eles tem tanto pavor de violência, que tem tanto pavor que algo como o holocasto se repita, que todo alemão aprendeu a se meter em certas coisas quando acha que é necessário, tudo a fim de evitar problemas.

É isso. Às vezes a gente só quer que alguém meta sim, a colher!

26 comentários:

  1. Eu meto sempre a colher em casos de agressão física. Já chamei 3 vezes a polícia, porque o marido lhe batia e continuarei sempre a chamar.

    Em Portugal a violência doméstica é um crime público, isto é, toda a gente pode fazer a denúncia.

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  2. Meter a colher às vezes é necessário principalmente em família. saber que tem alguém que apesar de tudo pode nos ouvir e ajudar quando precisamos.bjs

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  3. Oi Nina!
    Entre casais, acho super complicado meter a colher. Mas, em caso de agressao, tem que meter a colher mesmo! Nem que seja chamando a polícia! Eu me lembro que, ano passado, li um artigo aqui na Alemanha (ou Inglaterra? Nao lembro!) onde uma criancinha de 3 anos morreu espancada pelo padrasto. Que os vizinhos viram alguns dos mau-tratos, mas nao queriam se involver. E, quando o juiz deu a sentenca para o padrasto, tambem citou os vizinhos: disse que eles nao seriam indiciados, mas que na consciencia deles ficaria para sempre a morte daquela garotinha. Porque, em caso de violencia e mau-trato, tem que sim meter a colher!
    Beijos,
    Angie

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  4. Que horror Angie! Foi motivada por uma cena que vi anteontem na tv brasileira que escrevi esse post, um "pai" batia no filho que gritava desesperado de medo, numa loja, e depois o homem batia tbm na mulher. E qd alguém se aproximou, ele gritou: "eu faco o que eu quiser, nao se meta, o filho é meu"! esse tipo de coisa nao pode ser mais aceita, é crime, como disse a Patti.
    Ana, concordo com vc, o fato de saber que tem uma familia olhando por ela, faz com que pelo menos, a pessoa se sinta mais segura.

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  5. Esse assunto e serio mesmo, e polemico, engracado que sempre pensei que nem vc, as vezes as pessoas ficam com uma venda ou sem forcas para gritar ou agir. Claro, que e preciso ter certeza sobre a situacao e cautela, e a pessoa precisa ser muito proxima, que vc conheca bastante, como vc escreveu, que eram irmas, primas maes, ou seja a relacao e beeem proxima! Quandoa pessoa e "humilhada" e natural que venha inseguranca, fraqueza, e preciso muita forca ou ser pre-preparada para dizer Basta e agir. NAo da para medir forcas com uma homem, mas da para nos mesmas mudarmos. Qto a historia da sua irma eu ate lembrei que sempre ouvia dizer que homem que trai, muitas vezes e descofiado da mulher, e uma forma de "defesa" dele mesmo ne? e isso deixa a mulher preocupada no que ele pensa sobre ela e acaba nao vendo a real situacao...mas tem tantos casos e casos ne? Tantas situacoes! Essa violencia psicologica acho que deve ser mais comum do que a gente pensa, mas nao menos importante, pq sao marcas , lembrancas e cicatrizes que ficam para o resto da vida. Mas a experiencia vale para alertar outras mulheres ou mesmo as que estao proximas. Minha irma morou certa vez com um namorado, meio barra pesada e passou por uma situacao bem melindrosa, ele era bem agressivo, ela era gordinha e a epoca que ela mais emagreceu foi essa. E triste qlq situacao em que uma pessoa tira a liberdade da outra, a liberdade de querer, a liberdade de ser, de pensar, de gostar, a gente perde ate mesmo a caractica e a personalidade se enfranquece, nessas horas pode vir com a colher, com o garfo com tudo que for para ajudar!

    LEgal essa visao da Alemanha, fico pensando como uma passado historico influencia o futuro em tudo... na comida, na politica e ate na atitude de cada um.

    bju bju Nina!

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  6. Nina, esse assunto é forte, né? Minha mãe é como a sua, não se mete em nada. Tem horas que eu sinto falta, tem horas que eu acho o máximo ser dona do meu nariz, dos meus atos e assumir isso sem bengala. Obrigada por dividir mais essa história com a gente! Eu só meti minha colher uma vez, por uma amiga, numa situaçao de traiçao, mas me arrependi profundamente. Até me prometi que nao faria mais isso, poderia ver quem fosse traindo e fingiria que nem tinha visto. Ficou aquela coisa de ir lá entregar o bom marido pra amiga-esposa, ela ir tomar satisfaçoes com ele dizendo que eeeeu tinha visto e ido contar, dai ele contou uma historinha linda, ela acreditou, ficaram sem falar mais comigo, e 6 meses depois ele saiu de casa pra assumir a 'outra'. E quanto a mim, achei que poderia ter ficado sem essa. Hoje não faria mais isso. Serviu de liçao! E eu perdi a amiga...

    beijo, Nina!

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  7. Oi Nina, sou da opinião q ninguém deve meter a colher,em briga de marido e mulher. Acho q há situações que só podem ser resolvidas pelo casal. Não dou palpite em vida de filhas. Agora se presenciar uma briga em q possa chamar a polícia , talvez me meta, mas hoje em dia , principalmente por aqui, vc se mete e é capaz de ser levada pela polícia ou ainda levar uma bala. Tá mto difícil. Os seres humanos estão a cada dia mais violentos e tudo , dizem, é culpa do estresse da vida moderna.Não concordo, o q está acontecendo é falta de educação em casa, na família. A nova novela da Gloria Peres vem mostrando isso com um pai e mãe q dão força p o filho ser marginal. Acho horrível ver isso, mas é a realidade q vivemos. Vamos esperar q Deus nos ajude, pq só Ele!
    Bjks

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  8. Eu tb acho bastante complicado, se tem agressão fisica é pior ainda. Aconteceu comigo parecido c/ o caso da Fiona, só que ainda hoje são casados e ninguém fala no assunto, então é melhor ficar calada, só se tem muita intimidade p/ falar do assunto.
    Bjos

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  9. Esse assunto é sério! Eu, hoje em dia, depois de muito falar, avisar, dizer, sou da opinião que em briga de marido e mulher não se mete a colher, pois depois fica tudo bem entre o casal e quem contou é que se ferra.
    Há muitas mulheres que não são fortes como você foi e aí fica difícil se meter, sabe?
    Eu por mim me meteria sempre porque acho um absurdo isso,mas fazer o que se nem sempre sou bem vinda nesses casos?
    -x-
    Nina, no dia que a prima do Fábio faleceu, quando recebi a notícia, subi no meu quarto e estava na minha cama o seu cartão e aquilo foi um descando para o meu coraçÃO. O que você disse sobre os meus sonhos, sobre as viagens foi lindo demais e mais uma vez você me deu confiança para nunca desistir.
    Você é uma amiga linda e eu sinto muito se um dia você foi agredida, você com certeza não merecia, mas talvez tenhamos que passar por certas coisas para que sejamos fortes e maduros.
    Amo você!

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  10. Nina
    tem premio e meme pra vc lá no fiona, corre lá!
    beijoooo

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  11. Oi Nina, tudo bem? Vejo o blog de vocês todos os dias e até listei na lista do blog que criei pra minha família.http://blogdosrebellos.blogspot.com

    Obrigada pelo comentário no colar de pérolas que ganhei!!!!! Não sei como foi o link que você achou e foi parar lá...rs, mas foi bom receber seu comentário. Eu tenho um blog onde "tento" postar meus visuais, já que quero emagrecer para engravidar e também por gostar de estética, moda e tal, assim vejo o que ficou bom e o que não devo repetir. A roupa de hoje estará lá essa semana, aí vc vai ver...rs

    http://comqueroupakisavaihoje.blogspot.com

    Amo seus textos!

    Beijos

    Marcelle (http://pedacinhodacel.blogspot.com)

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  12. Nina, adorei seu post....Qualquer dia conto minha vida pra voce....
    por e-mail....


    Monica

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  13. Nina, difícil falar disso, né? Mas se tiver agressão, eu acho que não dá para suportar 'não meter a colher' não...

    Às vezes precisamos deixar uma cômoda vidinha de lado e prestarmos um pouco mais de atenção nos outros, né??? Mas é complicado...

    Beijo,

    Rê.

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  14. “A cultura do terror

    A extorsão

    o insulto,

    a ameaça o cascudo,

    a bofetada,

    a surra,

    o açoite,

    o quarto escuro,

    a ducha gelada,

    o jejum obrigatório,

    a comida obrigatória,

    a proibição de sair,

    a proibição de se dizer o que se pensa,

    a proibição de fazer o que se sente,

    e a humilhação pública

    são alguns dos métodos de penitência e tortura tradicionais na vida da família. Para castigo à desobediência e exemplo de liberdade, a tradição familiar perpetua uma cultura do terror que humilha a mulher, ensina os filhos a mentir e contagia tudo com a peste do medo.

    - Os direitos humanos deveriam começar em casa - comenta comigo, no Chile, Andrés Dominguez.”
    Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: L&PM, 2000. 8ed. p.141

    Nina fiz esse post no meu blog justamente falando sobre como o mundo está violento.
    Concordo com a Mariza as pessoas estão tão acostumadas as grosserias que é até perigoso a gente se meter. Mas se for alguém muito chegado dá para arriscar. É uma situação mesmo muito delicada.
    Beijos muitos.

    p.s.: A minha mãe não quer saber dessa de que não se mete a colher... o que ela tem de falar ela fala e pronto. Sabe aquela estória? Amigo que é amigo não chega apartando a briga, mas chega dando uma voadora. hehehehe.

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  15. Nina, você sabe o que eu penso a respeito de qualquer tipo de agressão, vejo coisas de perto e outras de longe e me meto sim(sou a senhora metida), mas nunca Nina, nunquinha por mais que o meu coração queira, tomo partido, o que eu não quero e não gosto de jeito algum é mulher sendo usada, abusada e sem respeito.

    Chega de silêncio!

    Beijins:*

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  16. Só mais uma coisa...
    a MeNINA Feliz hoje estava com uma nuvenzinha cinza sobre sua cabeça...

    Chorei lá.

    Beijins:*

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  17. Nina,nunca aconteceu uma situação em que eu realmente precisasse me meter.Ainda assim,eu tinha essa mentalidade de ficar de fora,que as pessoas deveriam resolver tudo sozinhas.Depois do que você contou tudo isso,vejo que nem sempre é a melhor escolha.Tanta coisa ruim poderia ser evitada se usássemos coragem para interferir!

    Essa coisa de tortura psicológica sempre me assusta.Não entendo,de coração,como uma pessoa pode se esforçar para desequilibrar outra.É desumano,sabe?Mexer com a mente de alguém é perigoso,difícil.Reparar os danos é muito mais difícil do que cometê-los.

    Saudações federais! xD

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  18. Oi nina as vezes a tortura psicologica doi e machuca bem mais que a física né?
    acho que as pessoas que estão em volta, devem sim denunciar e ajudar a mulher agredida.
    beijos e ótimo post.

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  19. Como disse a Soninha, a menina feliz tem uma nuvenzinha cinza sobre ela... nem sempre as meninas estão felizes né? vcs não sabem o qt eu to chorando lendo os comentários de todas vcs hj... como dói e como doeu tudo o que eu já senti. Nada do que escrevo aqui, gente, tá excluído das minhas próprias experiências. Tudo é extremamente dolorido. Por isso eu falo mesmo, escrevo mesmo, porque limpa um pouco, acalma um pouco, sabe?
    O tema foi barra pesada hoje, eu sei, é difícil mesmo, mas eu sei o que eu já senti em certos momentos.
    Sobre falar ou não falar, cabe a cada um e ao caráter da cada um. Às vezes, a gente só quer um abraco apertado...
    obrigada a todas hj.

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  20. Sabe Nina, às vezes eu posso até parecer intrometida, mas sim, eu me meto!
    Porque como você mesma falou, às vezes é preciso!!

    Ps: Muito bom seu post no outro blog! Por isso que como diz a tia Gi, sou sua fã :)

    Beijos*

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  21. Ai...cheguei a sentir ao aperto do coração! Saber da tua dor, das marcas, das descobertas das pegadas, de tudo, querida.
    Bom que só o amor cura!
    Beijos, Bel.

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  22. Não mexam com minhas irmãs. Jà apoiei todas que quiseram de alguma maneira se livrar dos maridos... a mais novas, me agradeceu pelo apoio e ajuda.

    Temos sim que apoiar e ajudar, ainda que eu negue a extensão do holocausto.

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  23. Nina, temos a leiga ilusao de que o problema dos outros nao nos pertence.Mas pertence , sim.Tanto que temos que está no lugar do outrop para tomar as dores.Beijos e dias felizes

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  24. Também acho que não existe uma regra. Tudo tem limites.
    Agora, essa história de você estar na rua com sua mulher discutindo e vir outro(s) homem(s) interferir, me poupe viu...
    Até hoje, eu nunca vi uma situação dessas acontecer por puro altruísmo do homem. É muita ingenuidade, todo homem na rua ADORA, se meter nesse tipo de briga quando enxerga que o marido/namorado já está fragilizado, pois isso não oferecerá resistência ou que seja mais fraco e que a mulher seja bonita.
    Queria ver isso acontecer com uma feinha mal arrumada! Pago 1000,00 pra ver uma cena de solidariedade dessas...
    Os caras querem mais é fazer média com a mulher, querem cantar, tirar uma casquinha ou posarem de bonzões! Só isso.

    Fiquei orgulhoso da atitude dos alemães agora. Lembro que a primeira ministra ficou fula da vida quando aquele presidente fanático do irã veio negar o holocausto. Ela disse que é tipo um ideal do povo alemão combater a toda e qualquer negação do holocausto.

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  25. Eu adorei o blog. Não sou casada, mas entendo bem o que disseram, pois já vi milhares de situações similares à citada. Adorei a interação de vcs. Entrei aqui por acaso... ou melhor, porque depois de 54 anos resolvi abdicar de minha mãe. Aí fui lendo os comentários...
    Quero parabenizar a Nina por seus textos. Tb sou escritora. Se desejarem visitem meu site: www.segredosdecalopsita.com.br
    É sobre saúde de pássaros, mas tem um espacinho de humanos.
    Qto a alguém desmascarar os "pilantras", sejam maridos ou não... creiam: a maioria tem medo de se meter na vida alheia porque normalmente rola fora a amizade. Se envolver em quaisquer problemas dos outros e dar testemunho sincero requer coragem e lealdade.
    Abraços a todas.
    Edméia

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