27/11/2008

Ainda sobre o mesmo tema...

Tem gente que pensa que na Alemanha nunca faz tempo bom, que pensa que o céu é sempre cinzento, que as pessoas são carrancudas e sérias o tempo inteiro.

as fotos ficaram meio tortas, mas é a fotógrafa que é meio tantan :) Eu só queria mostrar o azul do céu :)
Ah se elas soubessem como eu nunca vi gente mais simpática do que essa que vejo por aqui...
E o céu? Olha aí a beleza do céu de ontem, anteontem e já tá começando assim também hoje! O sol tá entrando agora pela janela de casa e tá fazendo um clarão danado aqui dentro. Tá certo, é frio, porque é finzinho de outono, mas quando você vê o céu num azul desse aí, você até esquece que tá frio. Afinal pra que existem casacos, luvas, touquinhas, meias, etc, etc, etc???



Geralmente o que se pensa do alemão e da Alemanha é muito diferente da realidade que vejo, agora uma coisa é verdade,

eles adoram porco...

rsrsrsrs

* * *
Algumas vivências...

Ontem fui numa lojinha, a vendedora perguntou de onde eu vinha. Ao falar Brasil parecia que tinha dado corda na mulher, colocado pilha. Ela falava super contente, com um sorriso enorme de orgulho, dizendo que seu filho passou 11 meses no Brasil. Que tinha ido por vários lugares, que tinha amado tudo e que ela em breve também planeja ir. Que não tem medo de nada não, que sabe o que a espera, carne muito saborosa, saladas sem temperos (infelizmente- alemão faz salada mt gostosa!), sucos naturais, e que sabe também que não deve levar nada de valor, tem que andar desarmada, sem jóias, sem máquinas fotográficas, sem relógio, nada mesmo! Até com pouca roupa. Que apesar de tudo o que escuta sobre o Brasil, não perde a vontade de ir. Tem vontade de ficar só na praia, o dia inteiro de praia. E esquecer tudo por um tempo.

Saí de lá até com saudade de praia, de tanto que a boa mulher falou do país. Ela perguntou se eu gostava daqui, eu disse que sim, muito. Ela ficou impressionada, como alguém pode deixar um país como o Brasil pra trás.
Eles têm uma visão bem bonita do país e isso é bom, têm uma certa ingenuidade, e isso é ruim, por que dessa ingenuidade deles, muitos cafajestes se aproveitam.
Mas é assim mesmo, c'esta la vie. Isso é Brasil e eles sabem disso.
* * *


Tinha passado um dia antes numa outra loja, e a vendedora já havia estado no Brasil, amou tudo. E quer voltar, mas tem medo de ser assaltada dessa vez, disse que tomou água de coco cortada na hora, porque ao contrário pode ser muito perigoso. Havia sido avisada sobre isso antes da longa viagem. Disse que da última vez que esteve no Brasil, estava num lugar em Salvador, com 4 amigos alemães, e apareceu do nada um brasileiro que falava alemão, que os convidou pra tomar um café na casa dele. E eles foram na hora e foi tudo maravilhoso... ao voltar, o filho, que trabalha no Brasil perguntou o que eles tinham feito aquele dia e eles falaram, "ahh fomos tomar um cafezinho na casa de um desconhecido muito simpático!" E o filho quase teve um troço na hora. "Mãe, isso aqui nunca devemos fazer, você tem idéia do que poderia ter lhe acontecido???!" E ela me disse aqui "mas ele era tão simpático, como poderia nos fazer mal?"
Eu abaixei os olhos envergonhada...
* * *
Semana passada, levei Laura ao médico, este sabia que éramos brasileiras e ficava o tempo inteiro tentando falar algumas palavrinhas em português, perguntei se ele já havia estado lá, e ele prontamente e muito alegremente, disse que sim, há 30 anos. "Amei aquilo tudo, foi uma viagem incrível, rodei de norte ao sul, foi uma viagem de aventura. Saía de carona com todo mundo, estive até na transamazônica, viajei de caminhão por lá, com toras de madeira atrás, amei tudo, o seu país é lindo!"Dizia ele eufórico. E eu que conheço muito bem os tais caminhões que ele se referia, falei: - puxa, aquilo pode ser perigoso. E ele falou que havia coisas mais perigosas no Brasil a se preocupar e me olhou tristemente, pela primeira vez na consulta...
* * *
Antes de ir ao Brasil, me encontrar, meu marido tinha receio de ir ao Amazonas. „Oohh lá é perigoso, muitos bichos não é querida?“ e eu falei que no Brasil, tem muita mais coisa perigosa que os pobres animaizinhos do meu estado, estes só atacam pra se defender, já os outros animais...
* * *
Tudo isso não é algo triste?
Eu sei que ando falando muito sobre essa problemática que é estar na pele de um brasileiro, mas a ferida tem me doído um pouco. Logo passa... prometo!

12 comentários:

  1. Nina, eu tbm acho isso tudinho ai, qdo eu estava no Brasil as vezes eu escutava que estragengeiro era frio, fazia mal e bla blabla, que brasileiro sempre tratava muito bem, babava ovo e eles nao mereciam isso. Qta besteira ne? Isso deve ser inveja! Pq nao tem nada do que temer. Eles realmente gostam muito do Brasil, sempre falam bem, qdo eles falam ate penso em outro lugar, pq nao reconheco. Sempre fala do povo alegre, doce e gentil. eles tbm sao e muito!! Meu amore amaaaaaaa a Alemnha, ele tem vontade de comprar um casa na Alemanha mas perto da Holanda...rsrs... ele diz que tem tudo para ser assim! Mas ele tm tem muita vontade de morar no Brasil. Falei que Brasil para passear vais er otimo, ainda mais se meus pais viessem para ca...rsrs... eu ate ri no primeiro pedaco que vc escreveu... da mulher que vai ate com pouca roupa para la....mas tem que ser assim mesmo. Qdo Ruben foi em Vitoria, ele levou a maquina, e uma semi profissional e chama muita atencao, ele queria andar pendurada no pescoco para ser mais pratico... eu falei que nem em sonho!! Pegamos uma sacolinha de papelao velha, e carregamos ali, e com um blusinha velha em cima para tampar! hhahaha

    Mas realmente o Brasil e lindo com suas belezas tropicais e a diversidade, mas nao temos liberdade para andar como bem queiramos.

    E aqui tem povo alegre e simpatico sim, tem seu azul tbm. Nao estou defendendo aqui, que seja melhor, mas so dismistificando o paradigmas e rotulacoes. O Brasil nao e so festa. A europa nao e so fria. Vai muito alem!

    Gostei do post, acho legal falar dessas coisas, da imagem que fazemos de um certo lugar. claro que nao e legal falar para o pessoal daqui sempre as coisas ruins do Brasil. Mas todo cuidado e pouco! rsrs

    Bjao no coracao!! =]

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  2. oi nina! nada mais incrível do que o olhar do outro sobre nós, né? (ai, ai, foi o meu lado psicanalista que falou agora... risos) fico fascinada com a opinião (e preconceitos tb existem muuuuitos!) dos estrangeiros em relação ao brasil... afinal, como diz a chris, nós tb temos uma opinião (nem sempre a verdadeira...) deles! e que lindo o céu azul daí - as fotos estão maravilhosas! bjs!!!

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  3. Como sabe Nina, os portugueses são dos povos que mais visitam o Brasil, por todas as razões e mais uma.
    Trazem de lá sempre relatos maravilhosos das pessoas, dos locais, da comida, da praia de tudo enfim....mas também do perigo, do medo e sobretudo da miséria e das condições de vida a cada esquina.
    Eu sou testemunha, porque já lá estive duas vezes. Mas é de facto uma realidade e uma grande pena, para um país tão rico, tão imenso e tão nobre.

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  4. Oi Nina!

    Minha tia se casou com um americano, que é apaixonado pelo Brasil. Quando eles voltam pros EUA, ele leva uma mala cheia de café, acredita? Ama açaí tb e está pensando em montar um negócio pra exportar a fruta pra lá.
    Tb tive uma amiga canadense que veio pra cá em dezembro do ano passado. Fomos pra praia e ela não saía do mar por nada. Ficou encantada com o calor, com o sol, com a areia, pois lá tem pedra na praia.
    Tenho muito orgulho do Brasil e apesar desses desastres que temos visto por aqui, penso que vejo acontecer em outros países nos noticiários. Você viu o que está acontecendo na Índia?

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  5. NINA, O POVO FALA DA FRIEZA DFO POVO SUECO MAS É BALELA...MITO...
    BJS

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  6. Nina, o Brasil é um país lindíssimo, mas verdade tem que ser dita, esta muito perigoso por aqui.

    bjux querida!

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  7. Lindo o céu na Alemanha! A verdade é que estamos acostumados a ouvir que "estrangeiro não é igual a brasileiro, que é hospitaleiro,e blá blá blá...", principalmente quando se referem a europeus. Eu conheço alguns Europeus e eles são tão gente boas que é dificil de imaginar que outros também não sejam. Minha prima foi fazer uma especialização na França e ficou um ano lá, quando voltou todo mundo perguntava com eles reagiam com ela, e ela meu assombrada sempre dizia "gente eles são como todo mundo, e alem do mais adoram brasileiros, não é porque são franceses que são bichos". E bem verdade que os franceses em especial não são muito chegados a estrangeiros, mas ser brasileiro é um grande cartão de visitas em qualquer lugar. Tenho duas primas que são inglesas mas moram nos Estados Unidos, são filhas de ingles e brasileira e elas dizem que de vez em quando dizem que são brasileiras pra fazer um charme!!!rsrsrs!!!
    Lindas fotos!!!!
    E que bom que você gostou do blog novo!!!!

    Bjão

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  8. hehehehehehe, estou rindo de mim mesma, li esse texto seu já umas 3 vezes e jurava para mim que já havia comentado... Esse trabalho com o maridones tá me matando e deixando lesa(é que quero dar um gás pra ver se na terça que vem encontro com a Bel...).
    Nina, eu sou da seguinte opinião, como sou moça muito viajada(já fui para o Paraguay heheheh), me adapto bem onde quer que eu esteja e nunca senti na minha pele(sorte minha) preconceito por ser brasileira, muito pelo contrário, toda vez que eu falava que era brasileira recebia mil elogios e parecia que abria portas, o povo todo de fora gosta da gente viu? Pena que a gente aqui de dentro não se dê o devido valor:D

    Beijins com felicidades:*

    Gosto demais das músicas que você coloca aqui!

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  9. Fiz 220 viagens entre a Suíça e o Brasil

    Quem o diz é Pablo Stahli, 63 anos, 'o gringo' para os íntimos. Natural de Lucerna, Pablo conhece o Brasil desde 1972. Enamorou-se do Nordeste (e de uma recifense), viajou no Brasil de norte a sul, de leste a oeste.

    Esse suíço fez muito pela cultura brasileira, em particular nordestina. Há pouco tempo Pernambuco prestou-lhe tributo, homenageando-o com o título de cidadão pernambucano.

    Pablo Stahli é um fenômeno. Editor, escritor e ex-galerista e, é claro, amante de arte, carinhosamente chamado de "gringo" em Recife, Pablo adotou como sua segunda pátria o Brasil que conhece "de Fernando de Noronha a Foz do Iguaçu, do Rio Branco a Parati, de Cuiabá a Tabatinga, de Brasília a Tocantins e a Serra Pelada".

    Ele lembra ter realizado inúmeras viagens ao Pantanal e à Amazônia, além de excursões pelo interior pernambucano: Goiana, Timbaúba, Caruaru e Exu (terra de Luiz Gonzaga).

    E aprendeu em suas andanças a gostar "do pato no tucupi, do acarajé baiano, do churrasco gaúcho, da feijoada, da galinha a cabidela, da carne do sol e a estimar o açaí, o sapoti, a manga e o abacaxi". Para um gourmet como ele parece – e mesmo um pouco gourmand, como confessa – descortinava-se um mundo de novos sabores.

    Primeiro impacto

    Foram estes alguns dos pontos que destacou ao agradecer o título de cidadão pernambucano que lhe foi conferido pela Assembléia Legislativa de Pernambuco, pelos enormes serviços prestados à cultura nordestina, em 14 de março deste ano.

    Este título foi importantíssimo para mim, disse-nos ele, em Zurique, agora em julho, porque significa "uma grande prova de amizade".

    A primeira das viagens de Pablo Stahli ao Brasil ocorreu em 1972, quando ao visitar compatriotas amigos, "não falava uma palavra de português". Para ele, na época, Recife - que iria apreciar cada vez mais - não passava de um ponto no mapa.

    Naquele ano suas impressões sobre o Brasil já tinham ficado marcadas por um primeiro impacto: o pouso no Rio de Janeiro em plena aurora, um momento inesquecível, diz ele, pois diante da deslumbrante beleza da cidade e da natureza circundante comoveu-se a ponto de derramar algumas lágrimas. "Viajei mais de 220 vezes ao Brasil, nunca a emoção foi tão grande como naquela chegada".

    Até então a imagem que ele tinha do País estava associada a uma grande figura, Oscar Niemeyer, e a alguns clichês: "samba, futebol e morenas bonitas".

    Mágoa com a arrogância sulista

    Mas já nessa primeira viagem começou a impregnar-se da realidade... e tomar consciência de preconceitos persistentes.

    Ao manifestar desejo de viajar para Recife, foi seriamente desaconselhado por amigos. "Para um gringo culto e educado", o Nordeste - região de "cobras, de ladrões, de muitos perigos e muito inóspito" - não era um destino digno.
    Mas contrariando as advertências, a viagem ia revelar-lhe que o Nordeste não era nada daquilo. Ao contrário, ele deparou com "hospitalidade, charme, amabilidade. Exatamente o oposto do que os preconceituosos sulistas disseram", como enfatiza.

    Hoje, rememorando o que ocorreu há mais de 30 anos, Pablo Stahli - 'recifense de coração', como proclama - diz ter tido então "o primeiro encontro com a arrogância sulista, que machuca até hoje".

    O desabafo foi feito por ocasião da homenagem de Recife "pelos serviços prestados a Pernambuco e, conseqüentemente, ao Brasil".
    Carinho devolvido em dobro

    Numa segunda viagem, o apreço pela região seria reforçado pelo encontro do amor: "Desde que conheci Iracema, o Recife virou o centro de meu mundo", confessa.

    Em 1992, quando de um importante evento sobre cultura brasileira na Suíça – o Festival Veraneio Brasileiro, em Zurique – o suíço-pernambucano vai devolver "um pouco de todo o carinho recebido".

    Responsável pela parte nordestina da exposição, Pablo organizou uma mostra de pinturas e arquitetura e parte do catálogo do evento publicando uma obra de 500 páginas (em alemão), que considera "o livro mais completo e competente sobre a história e a cultura brasileira publicado no exterior".

    Em Zurique "mostramos história, música, teatro, cinema, artes plásticas, escultura, dança, etc", lembra Stahli com legítimo orgulho. Os suíços tiveram excelente ocasião de preencher lacunas sobre uma cultura pouco conhecida na Europa.

    Os suíços puderam, por exemplo, não apenas conhecer algumas obras de pintores famosos, parte do acervo do MASP (Museu de Artes de São Paulo) como também ouvir a espantosa história de Lampião, admirar as carrancas do Rio São Francisco, várias peças de artesanato de Goiana e Caruaru e outras coisas típicas pernambucanas.

    Tiveram também oportunidade conhecer diferentes comidas nordestinas servidas em restaurante - montado in loco - preparadas por sua própria esposa.

    O feito maior de Pablo Stahli - ou melhor, o mais excepcional - por ocasião da mostra brasileira em Zurique, no verão de 1992, consistiu, porém, em trazer do Nordeste "uma jangada de seis paus e dez metros de comprimento" para navegar no lago de Zurique, em frente à exposição. "Uma aventura espetacular", como ele mesmo comenta.

    Um pé na Suíça e outro no Brasil

    Seu amor pelo região vai além: ele tem particular apreço por Luiz Gonzaga, dispondo de uma importante coleção de obras do 'rei do baião', que é considerado o maior divulgador da música nordestina no Brasil.

    O suíço ajudou também a publicar Quem foi Lampião e A Guerra Total de Canudos, dois livros de peso, de autoria de Frederico Pernambucano de Mello (superintendente da Fundação Joaquim Nabuco).

    Difundiu ainda no velho continente as xilogravuras de J. Borges - o internacionalmente famoso artista folclórico, a quem admira e quem promoveu - além de homenagear a literatura de cordel.

    Outra faceta do novo cidadão pernambucano – alem de seu interesse pelas diferentes expressões culturais nordestinas – são suas preocupações em melhorar a situação dos menos favorecidos.

    A maior expressão dessa preocupação social materializou-se na criação, em 1997, com apoio de amigos de Zurique, de uma escola no município pernambucano de Igarassu (cidade de quase 80 mil habitantes), onde através de doações, atende hoje a cerca de 600 crianças carentes.

    Pablo mexe – um pouco por acaso – até com piscicultura, criando tilápias, que fornece à escola de Igarassu: "não é lá tão saborosas, mas são uma bomba de proteínas", observa.

    Pablo Stahli – que incorporou o sobrenome Couto, da esposa, a seu próprio sobrenome – mora há 10 anos em Recife. Viaja muito, estando por vezes com um pé na Suíça e outro no Brasil. Daí o espantoso e quase inacreditável número de viagens que realizou e continua a realizar entre os dois países.

    Ele diz gostar da capital pernambucana, do clima da região, das numerosas amizades e apreciar o mar "que para um suíço é uma coisa incrível". Lembra ter sido assaltado três vezes, mas pelo que tudo indica não se arrependeu nem um pingo de ter se estabelecido na capital nordestina.

    swissinfo, J.Gabriel Barbosa.

    Nina não faz muito tempo vi uma entrevista de um senhora japonesa que passando as férias no Rio de Janeiro foi assaltada e esfaqueada quando o reporter perguntou para ela se voltaria ao Brasil ela disse com toda a sabedoria que sabemos que os japoneses têm: Porque não voltaria... uma única pessoa me fez mal, mas vinte e três pessoas estiveram aqui no hospital do meu lado, me dando apoio sem se que me conhecer... Não posso achar que todos são como o assaltante, mas que há muito mais pessoas boas.

    Realmente Nina não dá para explicar esse amor que estrangeiro tem pelo Brasil.

    Forte abraço, Nina.

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  10. Nina!

    Que lindo esse céu!

    Cinzento está o céu aqui. Chove muito. Muitas tragédias acontecendo. Ontem fui dar aula à noite e alguns professores que vem de Vitória não conseguiram chegar, de tanta chuva, queda de barreiras, etc...
    Muita coisa acontecendo. Está dando medo. Muito medo.

    Tem um lugarzinho pra mim aí???rsssss...

    Beijo grande, querida!

    Rê.

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  11. Brasil?

    Bom demais pra ser verdade!

    Beijos e flores!

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  12. Que lindo esse céu azulao, amei as fotos!!!!!

    E, Nina, toda essa violência é triste sim, mas que bom que as pessoas com quem você falou também conheceram o outro lado desse nosso país lindo: as lindas paisagens, a hospitalidade, as aventuras que, por aqui, nunca seriam possíveis :o) E viva o nosso Brasilzao :o) Tem bastante coisa pra ser consertada, mas é um país tao lindo mesmo assim, né nao? :o)
    Beijos,
    Angie

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